História – Brasília Capital Moto Week

Uma história em progresso

Como tudo começou

Uma multidão acelerando em direção ao mesmo destino. No palco, os ídolos de várias gerações de roqueiros. Pedestres, motociclistas e suas famílias dividindo as garupas, compartilhando sensações em uma viagem de dez dias. Quem olha para o Brasília Capital Moto Week, hoje, só consegue ver o maior encontro motociclístico da América Latina e o terceiro maior do mundo. Mas o baú está cheio de memórias. Afinal, são 15 anos de história marcada no asfalto. Uma história que continua sendo escrita no coração da capital do país.

O evento começou com um grupo de amigos que se reunia semanalmente para dividir a paixão pelo motociclismo e teve sua primeira edição em 2004, no estacionamento do antigo Estádio Mané Garrincha. Nesses primeiros dias, tudo ainda era modesto. Do estádio, os convidados migraram para a orla do Lago Paranoá, um dos cartões postais de Brasília. O sucesso pegava embalo.

Não demorou muito e os três dias de programação viraram cinco. De repente, começou a chegar gente de todo lugar. De Goiás a Minas, passando por São Paulo, Bahia, até os Estados Unidos e Europa. A notícia se espalhava. O evento era uma convocação para todos os que amavam a liberdade. Sempre realizado na última semana de julho, em homenagem ao dia do motociclista, no dia 27.

O Brasília Capital Moto Week já nasceu com vocação para somar. Atendendo ao chamado da estrada, os moto clubes começaram a dobrar a presença e, em 2010, a organização abraçou a Granja do Torto como sede oficial. Começou com 150 mil metros de área útil. Hoje, são 250 mil.

Um dos responsáveis pelo encontro que alcançou proporções mundiais, Marco Portinho, se lembra de quando pilotou uma moto pela primeira vez. Foi na ocasião do festival de Woodstock, nos Estados Unidos, em 1969. As cores, os ritmos, e aquela energia ficaram gravados na memória do menino que, hoje, quase 50 anos depois, pensa em cada detalhe da programação.

Eu quis fazer um evento que eu gostaria de ir. Que tivesse boa cerveja, um Globo da Morte, todo tipo de atração para motociclistas, além de várias bandas, com bom rock n’roll. Quando a gente começou, não sabia que seria assim. Agora, vejo que vamos até mais longe.

Dos motociclistas que atravessam o mundo aos demais visitantes, o espírito do Brasília Capital Moto Week é de união e partilha. Como uma família com data marcada para se reunir. Uma fileira de irmãos com paixões em comum, idênticos na essência e na tradição.

Somos caveiras. Debaixo do capacete, de nossas aparências físicas, dos países de onde viemos e dos caminhos que atravessamos. Somos todos iguais.

Não há viagem maior.

Só vendo. Só vindo.

 

Veja aqui nossas últimas edições

2017

2017

Durante os dez dias em que ocupou a Granja, o evento reuniu 680 mil visitantes e 300 mil motos, das quais 40 mil participaram do maior passeio motociclístico do mundo.
2016

2016

Encontro finalmente oficializa o status de bike week, reunindo 665 mil pessoas no evento e 35 mil motos no passeio.
2015

2015

Evento atinge a marca de 500 mil participantes, 30 mil motos marcam presença e surge a necessidade de transformar o evento em moto week, com uma semana de atrações.
2014

2014

Mais uma vez, o público surpreende e 454 mil pessoas marcam presença.
2013

2013

Edição comemorativa de dez anos bate recorde e reúne 396 mil pessoas, com 15 mil motos integrando o tradicional passeio pela cidade.
2012

2012

Mais bandas e atrações são anunciadas e 304 mil apaixonados pelo motociclismo marcam presença.
2011

2011

O evento passa a ter cinco dias de duração e recebe 243 mil pessoas.
2010

2010

Pela primeira vez, evento ocupa a Granja do Torto e reúne 182 mil pessoas em três dias de festa.
2005 a 2009

2005 a 2009

O evento passa a ocupar a Concha Acústica, na Orla do Lago Paranoá, um dos cartões postais de Brasília. Visitantes de todos os estados e da América Latina marcam presença.
2004

2004

No estacionamento do antigo Estádio Mané Garrincha, é criada a primeira edição do evento que se tornaria um dos mais reconhecidos mundialmente. Na época, eram apenas três dias de encontro.

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